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Quem já passou por aqui

Participantes contam o que mudou

Todos os relatos foram colhidos oito semanas após o fim do programa e só saem aqui com a permissão de quem os deu.

Marta R.

Discordar virou função da reunião, não ato de coragem. O contraditor escalado mudou o ambiente. coordenadora escolar

Valéria N.

Trocar o «estamos de acordo?» por uma pergunta aberta bastou: surgiram três objeções que viriam tarde demais. líder de time

Laura C.

O projeto emperrou no ponto exato que uma objeção recusada tinha previsto. Como estava registrada, sabíamos o que fazer. gestora de RH

Antônio F.

Eu confundia silêncio com concordância e pagava com duas semanas de retrabalho. Hoje percebo quem saiu da conversa. supervisor de produção

Perguntas mais comuns

O que os gestores perguntam

As dúvidas mais ouvidas pela coordenação.

A divergência já está lá, só aparece tarde, quando a execução emperra. O método antecipa o conflito para quando ainda é possível corrigir a rota.

É aí que os papéis alternados mais ajudam: quem discorda cumpre uma função que lhe foi dada, sem afrontar quem está acima.

Na versão corporativa, sim. Treinar condução sem a pessoa que conduz rende pouco.

Com os dois primeiros mecanismos, a reunião seguinte já muda. Os outros pedem treino repetido.

No programa corporativo, sim: assistimos calados a duas reuniões reais e depois damos a devolutiva.

Dá, com ajustes. Na tela, perceber o clima da sala é mais difícil; por isso as objeções por escrito ganham importância.

Marque uma sessão experimental para o seu time

Uma sessão inteira sobre um único mecanismo, aplicada às reuniões reais do seu time. Depois dela fica fácil saber se o programa cabe aí.